O Museu Regional de Arte do Centro Universitário de Cultura e Arte (MRA/Cuca) em Salvador, Bahia, está abrigando a exposição coletiva ‘Feyra-8’ do Coletivo Guayense até 7 de outubro. Esta exposição, através da ficção especulativa, explora a obsolescência programada como uma ferramenta para analisar a vida digital contemporânea. A entrada é gratuita, oferecendo um acesso democrático ao diálogo cultural e artístico.
Contexto Cultural
Feira de Santana, cidade no interior da Bahia, é o cenário de ‘Feyra-8’, que imagina um futuro distópico ou realidade paralela na qual um bairro fictício, ‘Feira VIII’, desempenha um papel crucial na narrativa. A exposição utiliza elementos como a materialidade tecnológica e o colapso ambiental para refletir sobre a fragmentação da experiência contemporânea, destacando questões como conflitos da juventude com o ciberespaço, obsolescência programada e descarte de resíduos eletrônicos.
Importância
‘Feyra-8’ não apenas oferece uma experiência imersiva através de instalações e performances, mas também contribui para um debate mais amplo sobre a relação entre a cultura digital e a juventude no interior baiano. Ao incorporar uma variedade de técnicas e referências, o Coletivo Guayense promove um diálogo interdisciplinar que é crucial para entender as complexidades da vida digital no século XXI. A exposição, que estende-se para além do espaço expositivo com apresentações musicais e discussões, serve como um catalisador para reflexões sobre o impacto da tecnologia na sociedade e na cultura.



