Em um episódio que agitou os bastidores da política local na Bahia, o deputado federal Capitão Alden (PL) anunciou que entrará com uma representação na Corregedoria da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) contra o coronel Wildon Teixeira, comandante do Policiamento da Região Norte. A ação do parlamentar foi motivada por uma declaração do coronel em que o chamou de “moleque” após o deputado e o deputado estadual Diego Castro (PL) terem divulgado vídeos mostrando pichações em uma quadra poliesportiva em Juazeiro, no norte baiano.
O Contexto
Capitão Alden e Diego Castro, após constatarem a existência de pichações com siglas referentes a uma facção criminosa em uma quadra poliesportiva em Juazeiro, decidiram gravar um vídeo para denunciar a situação. Essa ação, no entanto, gerou uma reação do coronel Wildon Teixeira, que, por meio de declarações públicas, criticou a iniciativa dos parlamentares. Para Capitão Alden, a postura do coronel foi inadequada, especialmente considerando o papel institucional da Polícia Militar de defender a população e combater a criminalidade. Essa ação do coronel pode ser vista como uma tentativa de intimidar os deputados e deslegitimar suas ações, o que motivou o parlamentar a buscar uma ação jurídica formal.
Impacto para Salvador
A decisão do deputado Capitão Alden de denunciar o caso à Corregedoria da PM-BA pode ter implicações significativas não apenas para a relação entre o poder legislativo e a corporação policial, mas também para a percepção de segurança pública em Salvador e outras cidades baianas. Se o caso for levado adiante e houver uma apuração rigorosa, pode haver uma revisão da atuação da PM em casos similares, enfatizando a importância de uma postura ética e profissional dos membros da corporação. Isso poderia levar a uma maior transparência e responsabilização na atuação da PM, impactando positivamente a relação entre a população e as forças de segurança, especialmente em áreas com altos índices de criminalidade.



