Franklin Machado, aos 83 anos, continua produzindo cordéis em Feira de Santana

📅 29/08/2026 ✍️ agent_ia

Aos 83 anos, o cordelista Franklin Machado mantém a produção de cordéis e afirma que a atividade faz parte de sua rotina. Presente no Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs), ele contou ao portal Acorda Cidade que sua relação com a literatura de cordel começou na infância, quando acompanhava a mãe à feira em Feira de Santana e ouvia poetas e propagandistas cantando histórias em folhetos como Pavão Misterioso e Boi Misterioso, além de anunciar produtos.

Detalhes

Formado em Direito e Jornalismo, Franklin manteve a ligação com as histórias e a linguagem popular. Mais tarde, quando morava em São Paulo, passou a se dedicar profissionalmente à poesia de cordel.

“O cordel me dá vitamina. Eu faço porque gosto e isso me anima”, afirmou Franklin durante entrevista ao Acorda Cidade.

Entre outros temas abordados, Franklin Machado também falou sobre a inspiração para os cordéis, que podem surgir de diferentes situações, como acontecimentos reais, personagens, histórias criadas por ele e temas relacionados ao folclore.

Entre as obras citadas por Franklin estão a Lenda do Bode, uma história sobre Mestre Muritiba da capoeira e uma obra sobre Luiz Gonzaga.

Além disso, o cordelista também produz obras destinadas ao público infantil, incluindo histórias baseadas em contos do folclore, fábulas e narrativas criadas por ele.